Processo e tecnologia de reciclagem
Linha de limpeza e trituração + extrusora de duplo parafuso (L/D 40:1 ou 44:1) + sistema de arrefecimento a água e corte, para produzir partículas de PET que facilitem a sua reutilização.
Este processo permite remover eficazmente as impurezas, estabilizar a qualidade da massa fundida, garantir um tamanho de partícula uniforme e um teor de humidade inferior a 50 ppm, cumprindo os rigorosos requisitos dos processos a jusante de moldagem por injeção e extrusão de chapas.
Ao mesmo tempo, a secção de desvolatilização a vácuo permite remover profundamente a humidade e os compostos voláteis de baixo peso molecular, evitando a diminuição da viscosidade intrínseca causada pela degradação a altas temperaturas.
Quando combinado com um sistema de filtração de material fundido em linha, consegue reter mais de 99,8% de impurezas da ordem dos mícrons.
- É necessário fazer uma triagem manual antes da limpeza?
É necessária uma intervenção manual: as garrafas feitas de materiais como PP, PE, PET, etc., provenientes de diferentes fontes de resíduos, têm de ser recolhidas em conjunto, e os diferentes materiais têm de ser selecionados e classificados.
As tampas das garrafas de água potável em PET, normalmente fabricadas em PP, requerem, em geral, a remoção manual.
- Que aspetos devem ser tidos em conta durante o processo de extrusão?
Para evitar que as partículas de PET apresentem bolhas e amarelecimento, recomenda-se a utilização de um extrusor de duplo parafuso e de um sistema de vácuo eficaz.
- O PET de qualidade alimentar pode continuar a ser utilizado para alimentos após a reciclagem?
Não, as garrafas de qualidade alimentar são habitualmente utilizadas na produção de materiais de embalagem após serem recicladas em grânulos.
Por exemplo: cintas de embalagem, vassouras, embalagens de produtos industriais, etc.


